sexta-feira, 4 de Abril de 2014

1.ª Reunião da nova Direcção da AMAI

1.ª Reunião da nova Direcção da AMAI

Reunião de trabalho em Tomar




Joaquim Azevedo Boa disposição, é o essencial numa reunião. Iremos procurar encontrar o que falta ao nosso tão querido País, PORTUGAL, que é defender os valores fundamentais da Democracia. Valores Fundamentais: Igualdade,Liberdade, Transparência, Prestação de contas, Legalidade e Justiça,Honestidade e Integridade e Eficiência e Eficácia.

Eleição e tomada de posse dos novos Corpos Sociais da AMAI

Eleição e tomada de posse dos novos Corpos Sociais da AMAI

AMAI – Associação Nacional dos Movimentos Autárquicos Independentes

AMAI ELEGEU ÓRGÃOS, ESTÁ SOLIDÁRIA COM VÍTIMAS DOS TEMPORAIS E EXIGE FIM DOS BLOQUEIOS ÀS CANDIDATURAS INDEPENDENTES 

1. Na Assembleia Geral realizada este fim-de-semana, em Tomar, a AMAI elegeu os dirigentes para o quadriénio 2014-2017, ficando a presidir aos respetivos órgãos: Mesa da Assembleia Geral-José Vitorino, do Movimento Salvar Faro, com Coração; Direção- Pedro Marques, da Associação Independentes por Tomar; Conselho Fiscal- Alberto Fróis Santos, do Movimento Independentes por Rio Maior.

As listas votadas por voto secreto integram Movimentos de Norte a Sul do Continente e registaram todos os votos a favor (anexo).

A Assembleia contou com 80 participantes, que nas muitas intervenções analisaram profundamente problemas do país, deram abundantes testemunhos de bloqueios e perseguição dos poderes instituídos às candidaturas independentes e proclamaram uma unânime declaração de fé, força e determinação na luta contra as iniquidades e pela isenção, competência e transparência nas autarquias e toda a administração pública. Foi motivo de congratulação, apesar de todas as dificuldades, o grande número de candidaturas independentes e resultados obtidos, com as quais a AMAI trabalhará.

2.Face aos enormes prejuízos causados pelo mau tempo, as populações e autarquias têm a solidariedade da AMAI, com apelo para uma rápida intervenção e apoios do Estado.

Constatou-se com grande preocupação e forte crítica a desertificação humana e vegetal em extensas áreas do país e piores serviços, agravados/provocados pelo encerramento de Escolas, Maternidades, Centros de Saúde, Correios, Tribunais e Repartições de Finanças (previstas) que não podem continuar, e exigindo-se que no âmbito do novo Quadro Comunitário de Apoio sejam definidos Programas de revitalização para essas zonas.

Na área social, perante a elevada percentagem de população abaixo do limiar da pobreza, foi destacado o importante papel das autarquias e reclamado do Governo a atribuição de verbas próprias para reforçar a ação.

3.Foi fortemente contestada a discriminação negativa que por lei é imposta às candidaturas independentes, com bloqueios e autênticas perseguições assentes em inconstitucionalidades grosseiras, casos da proibição do uso de símbolos e regras de financiamento penalizadoras. Tendo isso até já sido reconhecido oficialmente, exige-se que, no respeito pelo princípio da igualdade de tratamento e respeito pelos cidadãos, nos termos da Constituição, o Presidente da República, a Presidente da Assembleia da República ou Provedor de Justiça assumam as suas responsabilidades e solicitem ao Tribunal Constitucional a declaração de inconstitucionalidade de tais normas.

Reafirmou-se a exigência da revisão da lei que agregou Freguesias sem critérios fundamentados e de que resultam piores serviços para as populações.










segunda-feira, 9 de Dezembro de 2013

domingo, 8 de Dezembro de 2013

Realizou-se no dia 7 de Dezembro de 2013,



no Chapitô o III encontro promovido pela Democracia Direta, onde foram apresentados vários projectos de Cidadania, sendo a AMAI um dos projectos apresentados. Foi um encontro muito interessante, com troca de experiências e projectos inovadores. A Teté (responsável por aquele espaço) fez também uma interessante intervenção em que deu conta do seu projecto de cidadania no próprio Chapitô.
A Democracia continua a ser uma obra inacabada, com estas iniciativas contribuímos com certeza para uma democracia com melhor qualidade!...
Silvia Vermelho | 2013.12.01 - 18:35
No passado dia 30 de Novembro realizou-se, em Tomar, a Assembleia Geral da Associação Nacional dos Movimentos Autárquicos Independentes (AMAI).
Estiveram reunidos alguns dos mais de 90 movimentos independentes que se candidataram a municípios no país, bem como algumas das candidaturas independentes a freguesias.
A minha presença como observadora nesta Assembleia deve-se, não só, ao interesse académico que possuo pela temática, e que me faz acompanhá-la, como também ao “imperativo cidadão”, permitindo-me o abuso filosófico, de acompanhar aquele que é o acto de resistência mais institucionalizada no nosso país: as candidaturas de grupos de cidadãos eleitores, pois elas são não apenas uma oposição ao poder político local que desafiam mas à praxis da política no Poder Local. Resistência, pois.
As intervenções não foram muito diferentes umas das outras. Para quem não acompanhou nenhuma eleição de um destes grupos de perto, e aqui no distrito de Viseu é difícil, visto não ter existido nenhuma candidatura independente aos órgãos municipais (apenas algumas ao nível da freguesia), talvez pudesse chocar a naturalidade com que se relatam as agressões, as hostilidades abertas, as represálias políticas na comunidade, as escutas, o hacking de e-mails, etc., etc. Este choque dever-se-ia não apenas à agressão em si, que nos habituámos a ver em alguns comportamentos mais clubísticos entre partidos, mas à concertação das suas fontes e origens: os partidos políticos, no que eu já antes comparei à afamada técnica do quadrado, protegem as suas costas. A Democracia Portuguesa é isto: admite a distribuição do Poder, mas apenas para alguns – aqueles, os já definidos, os alinhados, os institucionalizados.
Receava que este sentimento de pertença dos movimentos autárquicos independentes – pertença a uma identidade de resistência, de paladinos de uma nova política e democracia – pudesse ser cooptado pelos entusiasmos de quem, perniciosamente, atira para a opinião pública a hipótese de um ajuntamento dos movimentos independentes sob a liderança de um qualquer Rui Rio ou outro “senador” qualquer da nossa pátria. Esta sugestão que foi amplamente discutida nos media no pós-autárquicas, é um veneno para as candidaturas autárquicas independentes. E esta Assembleia sossegou-me, pois a lucidez destes Grupos de Cidadãos Eleitores verga-nos perante o seu comprometimento genuíno com a Democracia Local. É o localismo que garante a independência não só dos partidos políticos mas também entre eles mesmos, e que impede a formação de uma teia concorrente à teia partidária já existente, permitindo, assim, romper com a estrutura clientelar do trampolim em quem, durante décadas, fez da política local uma maneira de chegar aos centros de decisão nacional.
Até 2017, muita coisa vai mudar e, estou convicta, esta Resistência, do Local para o Nacional, trará frutos francamente positivos. Disse-o e repito-o – o Poder Local é que nos poderá resgatar da loucura colectiva do Poder Central. Confio.

segunda-feira, 2 de Dezembro de 2013

ANÁLISE DAS ELEIÇÕES AUTÁRQUICAS
                                           PAPEL DESEMPENHADO PELOS                                   MOVIMENTOS AUTÁRQUICOS INDEPENDENTES
 RESULTADOS OBTIDOS E CONSTRANGIMENTOS

O Movimento de Independentes “Juntos por Aveiro” concorreu às últimas eleições autárquicas em Aveiro.
Foi uma experiência extraordinária partilhar esses tempos com um grupo de pessoas que só estiveram unidas por um projecto e já não pela pertença a Partidos. Aqueles que não precisaram do suporte das máquinas partidárias para irem para a rua defender as suas convicções. Aqueles que se dispuseram a correr o risco de escolher uma candidatura que os outros quiseram apresentar como inevitavelmente condenada ao insucesso. Porque não havia dinheiro. Porque não se andou a distribuir dinheiro antes por aquelas pessoas que acham que fazem opinião. Porque não houve cartazes gigantes espalhados pela cidade toda. Nem panfletos brilhantes e de muitas cores em todas as caixas de correio. Porque não contámos com o quadradinho com os símbolos dos partidos no boletim de voto.
Disputámos uma campanha eleitoral em condições absolutamente desiguais, em Aveiro passámos a ser 3ª força politica, com representações na Câmara Municipal, na Assembleia Municipal e vencemos numa Freguesia. Nas outras 9 Freguesias temos eleitos em 7 Freguesias.
Em Aveiro, comparando com 2009, todos os Partidos perderam votos, os “Independentes” são uma realidade (CM – 3.480, AM – 3.545) aumentou a abstenção (51,05%).
Passado praticamente 1 mês o nosso Movimento continua ativo, reunindo regularmente, sendo opinião unânime que é importante reforçarmos laços com outros Movimentos, para cimentar a onda de esperança que criámos com o nosso aparecimento.
ESPERANÇA é a palavra chave do nosso movimento. Os Portugueses estão exaustos, cansados de tanta austeridade e não convencidos da necessidade de permanentes sacrifícios.  Por isso não acreditam nos Partidos, naturalmente quem ganhou foi a ABSTENÇÃO, como alguém dizia, transcrevo ...”Se a direita oferece desesperança, a esquerda merece irrelevância.”  
Chegou a hora dos Movimentos de Independentes e nós temos que corresponder a este desafio.
Em termos nacionais os Movimentos Independentes tiveram 6,9% dos votos, tornaram-se a 4ª força politica, o que não deixa de ser um bom indicador.
Não atingimos os números de outros movimentos idênticos na Europa – o P.Democrático Italiano (comed. Grillo) 25% dos votos nas legislat. 2013; Aliança dos Cidadãos Descontentes-Rep. Checa – 20% dos votos; o Partido das Pessoas Normais e Independentes, na Eslováquia foi a terceira força mais votada, nas legislativas de 2012 – mas a nossa participação preocupa profundamente os Partidos instalados, que tudo farão para dificultar a nossa instalação.
Na vizinha Espanha apareceu também agora a Red Ciudadana Partido X ,dizendo que o seu objectivo “é reiniciar a democracia onde os cidadãos sejam ouvidos e se tenham em conta as suas propostas. Não são de esquerda nem da direita e avisam que aqueles que são “puros” do ponto de vista ideológico, não vão estar confortáveis neste Partido. Pedem aos cidadãos que se façam responsáveis do que é seu, a vida politica de Espanha.”  
Meus Amigos:
É importante que nos organizemos e que independentemente de termos autonomia concelhia, tenhamos uma Coordenação nacional.
Estamos aqui, vindos de Aveiro, para trocar ideias e experiências convosco e reforçar um projeto que seja comum e motive os portugueses.


Tomar, 30 de Novembro de 2013

Carlos Manuel Silva Santos

domingo, 1 de Dezembro de 2013

ASSEMBLEIA GERAL DA AMAI



No dia 30 de Novembro de 2013 realizou-se mais uma Assembleia Geral da AMAI, a primeira a seguir às Eleições Autárquicas 2013. Estiveram presentes para além dos Movimentos habituais, vários novos Grupos de Cidadãos que se candidataram pela primeira vez a eleições autárquicas. 
O Presidente da Mesa da Assembleia José Vitorino deu inicio à reunião, informando que o ponto da agenda de trabalhos que referia a eleição de novos corpos sociais, seria adiada para próxima Assembleia a realizar em Janeiro, por forma a dar oportunidade de integração de novos Movimentos Independentes que só agora se associaram.
A direcção através de video projecção apresentou uma relação sucinta das diligências feitas juntos das diversas entidades oficiais, desde o Provedor de Justiça, passando pela Presidência da Republica, Assembleia da República (Presidência, 1.ª Comissão, Grupos Parlamentares) e Secretário de Estado do Poder Local. Das entidades responsáveis pela Comunicação Social e das eleições (ERCS e CNE), bem como das actividades promovidas durante o seu mandato.
Seguiu-se um tempo de comunicação dos diversos Movimentos presentes que deram conta das suas experiências, razões da sua formação, principais dificuldades e constrangimentos que encontraram na sua apresentação a eleições. 
Foi uma reunião muito participada, em que a maioria dos Movimentos salientou a importância da AMAI  na ajuda à organização das suas candidaturas.
Como conclusão pode resumir-se a importância Nacional  da AMAI na representação e defesa dos Movimentos Autárquicos Independentes, sendo unânime a defesa do seu crescimento, divulgação e visibilidade. 



























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